Às vezes o homem mais pobre, deixa à seus filhos, a herança mais rica.
Esses seus cabelos brancos,
Bonitos...
Esse olhar cansado,
Profundo...
Me dizendo coisas,
Num grito...
Me ensinando tanto,
Do mundo...
E esses passos lentos,
De agora...
Caminhando sempre,
Comigo...
Já correram tanto,
Na vida...
Meu querido, meu velho, meu amigo...
...
Beijo suas mãos e digo:
"Meu querido, meu velho, meu amigo!"
(RC)
(RC)